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	<title>Arquivos chile | Tecnoveste</title>
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	<title>Arquivos chile | Tecnoveste</title>
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		<title>Aprenda com o CEO Caio Gazin como estão os atuais setores de semijoias e de franquias no Brasil</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Mayan Santos]]></dc:creator>
		<pubDate>Wed, 07 Jul 2021 11:55:38 +0000</pubDate>
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					<description><![CDATA[<p>Caio Gazin é CEO da Gazin Semijoias, uma marca de acessórios focados em enaltecer a beleza feminina, por meio de produtos de alta qualidade. Gazin é hoje a maior atacadista de semijoias do Brasil e, recentemente decidiu investir em um novo modelo de negócios: &#8220;franquias home-based&#8221;. Confira a entrevista com ele para conhecer melhor essa [&#8230;]</p>
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										<content:encoded><![CDATA[<p><a href="https://www.instagram.com/caiogazin/" target="_blank" rel="noopener" class="broken_link">Caio Gazin</a> é CEO da <a href="https://franquia.gazinsemijoias.com.br/" target="_blank" rel="noopener">Gazin Semijoias</a>, uma marca de acessórios focados em enaltecer a beleza feminina, por meio de produtos de alta qualidade. Gazin é hoje a maior atacadista de semijoias do Brasil e, recentemente decidiu investir em um novo modelo de negócios: &#8220;franquias home-based&#8221;. Confira a entrevista com ele para conhecer melhor essa história.</p>
<p>&nbsp;</p>
<hr />
<h3></h3>
<h3 class="v1MsoNormal"><b>Por que a Gazin decidiu mudar o modelo de negócios e investir na abertura de franquias?</b></h3>
<p class="v1MsoNormal">A Gazin já é o maior atacado de semijoias do Brasil e o maior e-commerce do país, além de sermos também o maior atacado com presença nacional nas cidades via showrooms próprios. Somos a empresa que mais produz em termos de quantidade de peças em nosso ramo há, pelo menos, dois anos, e precisávamos investir em um modelo de negócios diferente para seguirmos no topo.</p>
<p class="v1MsoNormal">Além disso, o mundo já estava mudando muito rápido e o mercado já vinha pedindo por um modelo de negócio mais atrativo e inovador. Com a pandemia, todas as nossas ideias e projetos de expansão ficaram ainda mais latentes e vimos que tínhamos na mão um negócio que não vendia apenas semijoias, mas que também possibilitaria ainda mais empoderamento, flexibilidade e independência financeira para as nossas clientes. As nossas franqueadas terão não só um negócio altamente rentável, flexível e de rápido retorno, mas também à prova de lookdown, pois conseguimos, com o modelo home based, continuar atuando e vendendo, independente do momento imposto para o comércio e para o varejo.</p>
<p>&nbsp;</p>
<h3 class="v1MsoNormal"><b>Desde o seu lançamento, quantas franquias já foram alcançadas pela marca? </b></h3>
<p class="v1MsoNormal">Desde o lançamento, já são mais de 1000 franquias <i>home based</i> ativas no Brasil e no mundo, em países como Estados Unidos, França, Portugal, Suíça, México, Canadá, Reino Unido, Japão, Bolívia, Colômbia, Chile, Paraguai, Panamá, Cabo Verde e Nicarágua.</p>
<p class="v1MsoNormal">Além disso, a marca tem 10 showrooms ativos (lojas próprias, não franquias, sendo 9 no Brasil e 1 em Portugal), além de 40 mil revendedoras nacionais e internacionais.</p>
<p>&nbsp;</p>
<h3 class="v1MsoNormal"><b>Quais os diferenciais do modelo de franquias?</b></h3>
<p class="v1MsoNormal">Com o modelo de franquias, as mulheres deixam de ser revendedoras Gazin e passam a ser donas de um negócio. Com as franquias, elas vão profissionalizar o seu negócio, terão uma margem maior de descontos e parcelamentos, garantindo uma vantagem competitiva muito atrativa <i>versus</i> o mercado. Damos todo o suporte e <i>know-how</i> para que o negócio seja, de fato, rentável. Além de todo o investimento feito poder ser revertido em produtos para venda, independente do modelo escolhido, ao se tornar franqueada, a cliente ganha, sem nenhum custo, acesso às nossas Plataformas de Ensino e Gestão, além do Clube de Pontos, com prêmios que vão desde vouchers Gazin, até viagens para todo o Brasil, EUA e até Maldivas.</p>
<h3 class="v1MsoNormal"><b>Quantos modelos de franquias planejam abrir nos próximos meses?</b></h3>
<p class="v1MsoNormal">Para esse primeiro momento, a marca traz quatro possibilidades de negócios <i>home based</i>, com investimentos de R$1.000 a R$25.000 por mês. Todo o investimento feito, independente do modelo, poderá ser revertido em produtos para venda. Para adquirir o negócio, a taxa de franquia é a partir de R$1.000. Além dos quatro modelos home based, a Gazin também disponibilizará, em breve, um modelo de franquias físicas, para quem tem interesse no modelo mais &#8220;tradicional&#8221;, em que as peças são vistas e escolhidas presencialmente, com investimento a partir de R$150.000.</p>
<h3 class="v1MsoNormal"><b>Quais são as expectativas da Gazin em relação às franquias e ao faturamento futuro?</b></h3>
<p class="v1MsoNormal">Nossa ideia é chegar à marca de três mil franqueadas até 2022 e, em 2023, ter quatro mil, transformando a Gazin na maior franqueadora do Brasil.</p>
<p class="v1MsoNormal">Em relação ao faturamento, a Gazin teve, no ano passado, graças às nossas estratégias visionárias, um crescimento de 93% no ano, mesmo diante da crise trazida pela pandemia, alcançando um faturamento de R$75 milhões em 2020. Para esse ano, projetamos um faturamento de R$95 milhões, especialmente agora com o novo modelo de franquias trazido por nós.</p>
<p class="v1MsoNormal">
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		<title>O ano do pensamento mágico</title>
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		<dc:creator><![CDATA[vitorlrichner]]></dc:creator>
		<pubDate>Thu, 11 Jun 2020 04:51:54 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Opinião]]></category>
		<category><![CDATA[chile]]></category>
		<category><![CDATA[Freud]]></category>
		<category><![CDATA[manifestação social]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>Meu pai tinha acabado de morrer. A empresa onde eu trabalhava há três anos anunciou que ia fechar as portas. Minhas amizades de anos, ruindo. Esse foi o prefácio das minhas férias no ano passado. Tudo marcado, agendado e parcialmente pago à vista e parcelado. Lembro que chamei o Uber na madrugada de uma terça-feira [&#8230;]</p>
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]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>Meu pai tinha acabado de morrer. A empresa onde eu trabalhava há três anos anunciou que ia fechar as portas. Minhas amizades de anos, ruindo.</p>
<p>Esse foi o prefácio das minhas férias no ano passado. Tudo marcado, agendado e parcialmente pago à vista e parcelado. Lembro que chamei o Uber na madrugada de uma terça-feira de outubro e no caminho pela marginal Tietê deserta, senti um nó no estômago pensando se eu deveria ou não fazer aquela viagem em um clima tão instável. Eu não sabia na hora, mas aquela viagem mudaria minha vida.</p>
<p>Eu fui. E parte de mim, não voltou mais.</p>
<p><a href="https://i0.wp.com/www.tecnoveste.com.br/wp-content/uploads/2020/06/show_de_truman_vob.jpg?ssl=1"><img data-recalc-dims="1" fetchpriority="high" decoding="async" class="alignnone size-medium wp-image-19154" src="https://i0.wp.com/www.tecnoveste.com.br/wp-content/uploads/2020/06/show_de_truman_vob.jpg?resize=300%2C172&#038;ssl=1" alt="" width="300" height="172" srcset="https://i0.wp.com/www.tecnoveste.com.br/wp-content/uploads/2020/06/show_de_truman_vob.jpg?resize=300%2C172&amp;ssl=1 300w, https://i0.wp.com/www.tecnoveste.com.br/wp-content/uploads/2020/06/show_de_truman_vob.jpg?w=752&amp;ssl=1 752w" sizes="(max-width: 300px) 100vw, 300px" /></a></p>
<p>Dias depois de chegar no deserto do Atacama, o país sofreu um abalo sísmico-social. Por toda a parte, chilenos pareciam ter despertado de uma espécie de coma induzido. Eu sabia muito pouco da história chilena. Meu conhecimento buletizado de eventos políticos se restringia a uma das piores ditaduras da América do Sul e ao um enganoso ideal de superação política. Um oásis em meio ao subdesenvolvimento, lembro de ter lido.</p>
<p>Cheguei em Santiago em meio a cheiro de gás lacrimogêneo, borracha queimada e comida colombiana. E foi ali, no meio desse caos, que sentei em um restaurante na praça principal, com tocadores de tambor, pombos e vendedores ambulantes que, entre um canecão de chope e água com gás, eu me transformei. Não foi coincidência que ali, entre tanques de guerra, bombas e paneladas, também determinei quais caixas eu levaria na minha mudança e quais quinquilharias eu deixaria para trás.</p>
<p>E apesar do clima, a única sensação que eu conseguia experimentar era a de paz.</p>
<p>O exercício de se conhecer é um dos mais difíceis. Assumir que não somos bons o suficiente (para quem, né?), assumir nossas falhas, nosso jeito de afetar o mundo e as pessoas. Mas, principalmente, assumir as nossas violências. Violência sentido da topologia da violência com uma manifestação microfísica. E a linguagem é um dos maiores caminhos da violência. Por isso, temos tanto medo de nomear as coisas. Se não tem nome, não existe.</p>
<p>Um amigo na faculdade se referia a uma conhecida como tendo uma “voz de pêssego”. Sabe? Aquela voz aveludada, gentil, que esconde o caroço deformado e duro por dentro. Sempre lembro dessa expressão e ouço ressabiado as tais vozes de pêssego.</p>
<p>Em uma manifestação social, a linguagem autoritária não é aquela apenas da ordem. Do imperativo. Mas é aquela que não aceita, que rejeita e que destrata, mesmo no virtual, o outro e seus afetos. É o conhecido “falar mal”.</p>
<p>Olhar para essa arqueologia, nos faz entender que a obstinação humana foi o que levou Freud a admitir a existência do impulso para a morte como um gerador de impulsos destrutivos que vão circulando até serem descarregados em um objeto.</p>
<p>É no outro que descarrego meu impulso:</p>
<p>Eu sou feio, mas é o outro que não atende aos padrões eurocentrados de beleza. Estou solteiro, mas é porque os outros é que são desinteressantes. Eu não tenho dinheiro, mas é o outro que está gastando demais. E por ai vai um longo caminho de construção autoritária e violenta.</p>
<p>O pensamento mágico é constante.</p>
<p>Em agosto de 1578, morre em Portugal o rei Dom Sebastião. Solteiro e sem filhos, deixou um espaço vazio de legado que gerou um sentimento eterno nos portugueses que passaram a esperar por um novo rei que iria restaurar a glória portuguesa. Fácil de encontrar na literatura e na poesia, esse sentimento, chamado de sebastianismo é algo bastante curioso. Ele se traduz nesse contexto de pensamento mágico. Para se ter uma ideia do poder do sebastianismo, essa ideia aparece nos registros da guerra de canudos em 1897 com Antonio Conselheiro prometendo a volta do rei Dom Sebastião aos seus seguidores.</p>
<p>É parte da nossa cultura o sebastianismo. Anda de mãos dadas com o pensamento mágico. E nos afeta como pessoas e como construção de identidade nacional: o Brasil está mal, quem vai nos salvar? Tancredo Neves! O Brasil vai ser salvo por um homem correto, jovem e firme, que vai varrer a velha política: Fernando Collor de Mello. O Brasil está economicamente prestes à falir, quem vai arrumar a economia? Fernando Henrique Cardoso. Não, o que o Brasil precisa é ser salvo por um homem do povo: Lula. Não, o Brasil vai ser salvo por alguém que coloque o país acima de tudo: Bolsonaro.</p>
<p>A esperança no sebastianismo está quase como um DNA nosso. Estamos sempre a espera de um milagre que vai nos salvar de nós mesmos. Nesse sentimento, o ruim é outro, o errado é o outro. O “Eu” se torna um coadjuvante frente a linguagem violenta, passivo, condolente e livre de obrigações. Não será uma recomendação de entidades e profissionais de saúde que vai nos livrar de uma pandemia: será um milagre, vindos dos céus, pelas mãos de anjos que vai nos salvar.</p>
<p>E na falta da resposta a esse protagonismo, ficamos em silêncio. Já reparou como existe uma máxima nas aulas de história de que o Brasil nunca passou por uma guerra? Temos revoltas populares, levantes, manifestações, mas nunca guerras. Um silêncio que rege as violências.</p>
<p>Para se ter uma ideia, a palavra feminicídio só entrou no nosso vocabulário em 2015.</p>
<p>Enquanto estava sentado naquela praça, entendi que meu mundo era sempre o mundo do outro. Eu era violento, mas era o outro que me provocava expressões violentas. Atitudes, discursos, verdades violentas estavam sempre de mãos dadas comigo. Quando não as pessoas, o problema era o Brasil. O Brasil era violento e autoritário. E de fato, é, como provou a historiadora Lilia Schwarcz. Mas difícil foi entender que, na verdade, eu era o reflexo desse país. Um filho da pátria que absorveu essas características. O retrato do Brasil.</p>
<p>Romper padrões, romper com o pensamento mágico e com a forma como ele constrói mundos e realidades, é mais difícil do que se imagina. É um exercício diário. A sensação é que sobrevivi a mim mesmo. As coisas precisam ter nomes. A gente precisa encontrar formas de quebrar as violências. Todos os dias, o tempo todo.</p>
<p>E como o pensamento mágico é autorreferencial, fugir dele é um exercício solitário. E silencioso.</p>
<p>&nbsp;</p>
<p>Agora, uma ideia que está zumbindo no meu ouvido: somos um país de silêncios. Mas deve ser justamente por isso que somos tão barulhentos.</p>
<p>&nbsp;</p>
<p>Por Vitor Richner</p>
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		<title>Como ela viajou o mundo sozinha e com muito pouco</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Augusto Figueiredo]]></dc:creator>
		<pubDate>Thu, 15 Feb 2018 10:00:58 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Lazer & Viagem]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>No seu post do dia 9, Gabi descreve como é estar no Salar de Tara, no Atacama. Ela diz que lá é muito seco (e é mesmo o deserto mais seco do mundo) e que não dá pra tomar banho tantas vezes quanto ela gostaria, mas que tudo vale a pena e que a experiência [&#8230;]</p>
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										<content:encoded><![CDATA[<p><a href="https://i0.wp.com/www.tecnoveste.com.br/wp-content/uploads/2018/02/26263961_160136088098336_8260677270897688576_n.jpg?ssl=1"><img data-recalc-dims="1" decoding="async" class="alignnone size-full wp-image-14678" src="https://i0.wp.com/www.tecnoveste.com.br/wp-content/uploads/2018/02/26263961_160136088098336_8260677270897688576_n.jpg?resize=1080%2C907&#038;ssl=1" alt="" width="1080" height="907" srcset="https://i0.wp.com/www.tecnoveste.com.br/wp-content/uploads/2018/02/26263961_160136088098336_8260677270897688576_n.jpg?w=1080&amp;ssl=1 1080w, https://i0.wp.com/www.tecnoveste.com.br/wp-content/uploads/2018/02/26263961_160136088098336_8260677270897688576_n.jpg?resize=300%2C252&amp;ssl=1 300w, https://i0.wp.com/www.tecnoveste.com.br/wp-content/uploads/2018/02/26263961_160136088098336_8260677270897688576_n.jpg?resize=768%2C645&amp;ssl=1 768w, https://i0.wp.com/www.tecnoveste.com.br/wp-content/uploads/2018/02/26263961_160136088098336_8260677270897688576_n.jpg?resize=1024%2C860&amp;ssl=1 1024w" sizes="(max-width: 1000px) 100vw, 1000px" /></a></p>
<p>No seu post do dia 9, Gabi descreve como é estar no Salar de Tara, no Atacama. Ela diz que lá é muito seco (e é mesmo o deserto mais seco do mundo) e que não dá pra tomar banho tantas vezes quanto ela gostaria, mas que tudo vale a pena e que a experiência é incomparável. A história dela, até chegar ao deserto do Atacama, é a parte mais interessante.</p>
<p>A baiana, mais popular pelo seu <a href="http://viajandocomgabi.com/" class="broken_link">blog</a> e pelo <a href="https://www.instagram.com/viajandocomgabi/">instagram</a>, conta como realizou um sonho: viajou o mundo com apenas US$980 e R$1000,00 para sair do Brasil. Será possível? Ela prova que sim.</p>
<p>No deserto, onde está atualmente, ela vive em uma motorhome, trabalha e vive com mais 3 mochileiros, assim como ela. O ponto de vista da Gabi e opinião sobre cada lugar são dicas valiosas, além das fotos serem um incentivo visual pra quem tem curiosidade sobre o local.</p>
<p>Depois de viajar o mundo por 1 ano investindo muito pouco e sozinha, a Gabi ficou popular em seu Instagram. Ela já falou sobre sua rotina no programa Encontro (Rede Globo). Continua viajando e postando fotos de suas viagens que cabem no bolso, cada vez em um lugar diferente e com uma experiência totalmente nova.</p>
<p>As páginas da Gabi servem de inspiração e ajuda pra quem quer viajar sozinho, pra quem quer viajar por pouco e pra quem apenas quer conhecer os lugares para onde ela vai mesmo. Ela diz que é uma forma de fazer com que as pessoas &#8220;viajem com ela&#8221;.</p>
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		<title>Yerka, bicicleta inteligente e segura</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Gabriela Spencer]]></dc:creator>
		<pubDate>Mon, 07 Dec 2015 09:33:03 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Empreendedorismo]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>A proliferação de ciclovias nas cidades brasileiras é parte de um processo de mudança da mentalidade dos brasileiros com relação à qualidade de vida nas cidades. Os desafios dos ciclistas, contudo, ainda são inúmeros. Entre eles o maior é a segurança com relação à acidentes e com relação à roubos. Yerka, uma startup de chilenos, [&#8230;]</p>
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										<content:encoded><![CDATA[<p>A proliferação de ciclovias nas cidades brasileiras é parte de um processo de mudança da mentalidade dos brasileiros com relação à qualidade de vida nas cidades. Os desafios dos ciclistas, contudo, ainda são inúmeros. Entre eles o maior é a segurança com relação à acidentes e com relação à roubos.</p>
<p>Yerka, uma startup de chilenos, montada nos EUA, tem uma solução para isso. Como não há bicicletários em todos os lugares e nem sempre o ciclista leva consigo a corrente e o cadeado, a solução da Yerka é transformar o próprio quadro da bike em sua própria trava.</p>
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<p>Você pode prender a bicicleta em postes, bancos públicos e outros equipamentos públicos. A partir de um aplicativo para smartphone você pode trancar e destravar a bike sem se preocupar com ladrões, porque a única maneira de um ladrão vencer o sistema de travamento da Yerka é quebrando a magrela.</p>
<p><a href="https://i0.wp.com/www.tecnoveste.com.br/wp-content/uploads/2015/11/20150304063207-specifications2.png?ssl=1"><img data-recalc-dims="1" loading="lazy" decoding="async" class="alignnone wp-image-5760 " src="https://i0.wp.com/www.tecnoveste.com.br/wp-content/uploads/2015/11/20150304063207-specifications2.png?resize=574%2C676&#038;ssl=1" alt="20150304063207-specifications2" width="574" height="676" srcset="https://i0.wp.com/www.tecnoveste.com.br/wp-content/uploads/2015/11/20150304063207-specifications2.png?resize=870%2C1024&amp;ssl=1 870w, https://i0.wp.com/www.tecnoveste.com.br/wp-content/uploads/2015/11/20150304063207-specifications2.png?resize=255%2C300&amp;ssl=1 255w, https://i0.wp.com/www.tecnoveste.com.br/wp-content/uploads/2015/11/20150304063207-specifications2.png?w=1342&amp;ssl=1 1342w" sizes="(max-width: 574px) 100vw, 574px" /></a></p>
<p>Por enquanto, Yerka está disponível apenas para os apoiadores do projeto lançado no Indie Go Go, mas se você quiser saber mais, visite o site dos caras: <a href="http://yerkabikes.com/" target="_blank">http://yerkabikes.com/</a></p>
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