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	<title>Arquivos curta metragem | Tecnoveste</title>
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	<description>Notícias de tecnologia, ciência, empreendedorismo e cultura digital</description>
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	<title>Arquivos curta metragem | Tecnoveste</title>
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		<title>Pátio &#8211; Dir. Glauber Rocha [Sessão Crítica]</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Juliano Ferreira]]></dc:creator>
		<pubDate>Sun, 25 Apr 2021 19:00:18 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Filmes, Cinema & Séries]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>&#8220;A arte não é só talento, mas sobretudo coragem.&#8221; &#8211; Glauber Rocha &#8211; &#160; Filme feito em 1959 com direção de Glauber Rocha, a obra iniciou sua carreira promissora. &#160; Sobre o filme O curta tem 12 minutos e nesse tempo demonstra grande desenvoltura técnica. Há momentos que lembra antes que de passageiro, uma abordagem [&#8230;]</p>
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										<content:encoded><![CDATA[<p style="text-align: right">&#8220;A arte não é só talento, mas sobretudo coragem.&#8221;</p>
<p style="text-align: right">&#8211; Glauber Rocha &#8211;</p>
<p>&nbsp;</p>
<p><span style="font-weight: 400">Filme feito em 1959 com direção de Glauber Rocha, a obra iniciou sua carreira promissora.</span></p>
<p>&nbsp;</p>
<h2>Sobre o filme</h2>
<p><span style="font-weight: 400">O curta tem 12 minutos e nesse tempo demonstra grande desenvoltura técnica. Há momentos que lembra antes que de passageiro, uma abordagem de Mário Peixoto em “Limite”. Apresenta produção leve quanto à gastos e explora a montagem intensa através de planos detalhe e closes.</span></p>
<p><span style="font-weight: 400">“Pátio” tem uma ideia complexa que deixa o espectador pensando como aquilo pode se encaixar em sua interpretação, essa é uma característica muito forte nos experimentais, citei “Limite” no início como possível inspiração, porque  apesar deste ainda ter um mínimo de enredo, mexe com o interior, brinca com as emoções, talvez eu seja arrogante de compará-los, mas a minha experiência juntou as semelhanças. </span></p>
<p><span style="font-weight: 400">O interessante é que Glauber, durante sua carreira, vai deixar esse tipo de filme à margem de seu repertório, claro, abusando de alguns elementos, mas com foco em algo mais politizado. “Pátio” não é o tipo de filme que a massa digere com facilidade, ele incomoda bastante, transmite mensagens simultâneas, o casal que perambula entre o chão xadrez, os sapatos estáticos, a vegetação que rodeia o cenário, as expressões nos rostos, isso tudo no campo visual. Esse conjunto acoplado a uma trilha sonora angustiante, cria um incômodo mental, atiça suposições e automaticamente você se pega ligando a obra com sua realidade ou estudo sobre psique.</span></p>
<p>&nbsp;</p>
<h2>Vale a pena assistir?</h2>
<p><span style="font-weight: 400">Antes desse curta, eu havia assistido alguns filmes de Glauber, todos representando seu rigor com a estética, os personagens principais vivendo a melancolia existencial, prova de que ele não abandonou os pilares do cinema experimental. </span></p>
<p><span style="font-weight: 400">Toda a produção reflete seu lema “Uma câmera na mão e uma ideia na cabeça”, proposta bem executada do início ao fim, a realidade está aí, só segui-la que logo se encontra o que tem de ser mostrado. </span></p>
<p><span style="font-weight: 400">Achei um tanto quanto perspicaz, “Pátio” é de execução simples, porém, com abordagem complexa. A trilha sonora sensacional, seleção de enquadramentos pontuais e roteiro bem articulado. Então, sim! Vale a pena assistir!</span></p>
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		<title>Canvas &#8211; Dir. Frank E. Abney III [Sessão Crítica]</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Juliano Ferreira]]></dc:creator>
		<pubDate>Sun, 14 Mar 2021 19:00:07 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Filmes, Cinema & Séries]]></category>
		<category><![CDATA[TV, Lives, Youtube e Vídeos]]></category>
		<category><![CDATA[2020]]></category>
		<category><![CDATA[9 minutos]]></category>
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		<category><![CDATA[Tela de pintura]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>Que o catálogo da Netflix é recheado com novidades e produtos audiovisuais para todos os gostos, isso nós já sabemos! Mas muitos títulos ganham pouco destaque na plataforma pelo fato de não ter divulgação massiva, e esse fenômeno aconteceu com a produção norte-americana “Canvas”, lançada no final de 2020. &#160; Um pouco da história do [&#8230;]</p>
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]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p><span style="font-weight: 400">Que o catálogo da </span><a href="https://www.netflix.com/br/"><i><span style="font-weight: 400">Netflix</span></i></a><span style="font-weight: 400"> é recheado com novidades e produtos audiovisuais para todos os gostos, isso nós já sabemos! Mas muitos títulos ganham pouco destaque na plataforma pelo fato de não ter divulgação massiva, e esse fenômeno aconteceu com a <a href="https://www.tecnoveste.com.br/o-que-faz-um-produtor-de-cinema/"><em>produção</em></a> norte-americana “<em>Canvas</em>”, lançada no final de 2020.</span></p>
<p>&nbsp;</p>
<h2><span style="font-weight: 400">Um pouco da história do filme</span></h2>
<p><span style="font-weight: 400">Um senhor de idade faz suas atividades cotidianas, mas sempre evitando entrar em um aposento que está com a porta fechada. Ele sempre para em frente a um cavalete e fica um tempo o observando.</span></p>
<p><span style="font-weight: 400">Sua neta vem visitá-lo com certa regularidade e traz desenhos que ela faz pensando nele. Esses desenhos remetem a um passado que ele quer apagar. Um dia, a menina, por acidente, acaba entrando no quarto com a porta fechada e encontra um lindo quadro, aparentemente pintado por seu avô, que a pega no flagra e resgata os sentimentos positivos que aquela pintura lhe causou tempos atrás.  </span></p>
<p>&nbsp;</p>
<h2><span style="font-weight: 400">A animação</span></h2>
<p><i><span style="font-weight: 400">Canvas</span></i><span style="font-weight: 400"> não é inovador esteticamente falando, pois utiliza técnicas em 3D já estabelecidas no mercado. A mecânica da animação é padrão, trabalhando bem nos grandes olhos dos </span><a href="https://www.tecnoveste.com.br/a-importancia-de-grandes-personagens-no-cinema/"><i><span style="font-weight: 400">personagens</span></i></a><span style="font-weight: 400">. A ambientação é um pouco seca em cores e seres vivos, talvez para causar uma sensação da solidão, vivida pelo protagonista.   </span></p>
<p>&nbsp;</p>
<h2><span style="font-weight: 400">A proposta é válida?</span></h2>
<p><span style="font-weight: 400">O curta-metragem é explicitamente uma referência à arte como alívio para nossa existência. O próprio nome, “</span><i><span style="font-weight: 400">Canvas</span></i><span style="font-weight: 400">”, significa “</span><i><span style="font-weight: 400">Tela de pintura</span></i><span style="font-weight: 400">”, e a tela acaba sendo um ponto chave na narrativa.</span></p>
<p><span style="font-weight: 400">É mais um filme bonito para se ver sem muita pretensão, porque é bem simples tecnicamente, tanto no que diz respeito ao </span><a href="https://www.tecnoveste.com.br/o-que-faz-um-roteirista-de-cinema/"><i><span style="font-weight: 400">Roteiro</span></i></a><span style="font-weight: 400">, como na estética da imagem. Seus 9 minutos fazem com que ele valha a pena ser assistido. </span></p>
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		<title>[Sessão Crítica] Do outro lado (2020) &#8211; Dir. André Castro e Andy Silva</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Juliano Ferreira]]></dc:creator>
		<pubDate>Sat, 14 Nov 2020 19:00:54 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Empreendedorismo]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>  A pandemia causada pelo Coronavírus (Covid-19), tomou conta de 2020 e fez muitos profissionais se reinventarem, encontrando novos caminhos para exercerem seu ofício. O cinema acabou sendo um setor afetado diretamente e no meio desse distanciamento social forçado, os realizadores cinematográficos mostraram seu valor, colocando adiante as ideias que estavam no papel. Hoje falaremos sobre [&#8230;]</p>
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]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p><span style="font-weight: 400">  A pandemia causada pelo Coronavírus (</span><a href="https://www.google.com/search?q=covid+19&amp;rlz=1C1GCEA_enBR846BR846&amp;oq=covid+19&amp;aqs=chrome..69i57j0i271l3.2079j0j1&amp;sourceid=chrome&amp;ie=UTF-8"><i><span style="font-weight: 400">Covid-19</span></i></a><span style="font-weight: 400">), tomou conta de 2020 e fez muitos profissionais se reinventarem, encontrando novos caminhos para exercerem seu ofício. O cinema acabou sendo um setor afetado diretamente e no meio desse distanciamento social forçado, os realizadores cinematográficos mostraram seu valor, colocando adiante as ideias que estavam no papel. Hoje falaremos sobre um filme universitário que se adaptou ao cenário proposto por 2020.</span></p>
<p>&nbsp;</p>
<h2><span style="font-weight: 400">História e estrutura</span></h2>
<p><span style="font-weight: 400">  Inspirado nos eventos antirracistas e antifascistas que ganharam forte volume no decorrer da pandemia, “Do outro lado” traz a história focada em estudantes que estão participando de uma disciplina optativa. Nós acompanhamos uma reunião cotidiana, até que um deles, ao compartilhar sua tela no aplicativo em vigência, acaba mostrando sua participação em grupos extremistas e isso gera um contexto de grande discussão no grupo.</span></p>
<p><span style="font-weight: 400">  O curta-metragem apresenta um enredo não muito complexo, mas que tem a capacidade de abordar temas bem atuais, introduzindo personagens com características diferentes entre sí. Esse conjunto forma uma estrutura sólida no fato de se contar a história central. Poucos momentos nos deparamos com subtramas, porém, quando acontecem, quebram a expectativa de quem assiste, deixando a experiência atrativa.</span></p>
<p><span style="font-weight: 400">  Apesar do formato visual flertar bastante com o gênero “Terror Cibernético”, adotado e viralizado no longa “</span><a href="https://www.tecnoveste.com.br/amizade-desfeita-2014-e-a-vida-na-internet/"><i><span style="font-weight: 400">Amizade Desfeita (2014)</span></i></a><span style="font-weight: 400">”, onde acompanhamos todas as situações através da tela de um dispositivo eletrônico (computador, celular, etc), o filme “Do outro lado” não se enquadra nesse tipo de terror. Seus traços são mais voltados a uma mesclagem de Terror psicológico (representando um contexto social de perseguição) com suspense e drama.</span></p>
<p><span style="font-weight: 400">  É interessante a disposição em grade das telas dos usuários no aplicativo <em><a href="https://zoom.us/pt-pt/meetings.html">Zoom</a></em>. A quebra da quarta parede se torna algo comum, já que nas reuniões desse tipo as pessoas, por vezes, miram no “olho” da câmera e isso acaba gerando empatia, quando necessário.</span></p>
<p>&nbsp;</p>
<h2><span style="font-weight: 400">Impressões</span></h2>
<p><span style="font-weight: 400">  “Do outro lado” é um curta-metragem certo para o momento certo. É uma produção que em seus 13 minutos tem tom objetivo. O curto tempo de duração deixa o espectador esperando por mais situações envolvendo aqueles personagens.</span></p>
<p><span style="font-weight: 400">  A co-</span><a href="https://www.tecnoveste.com.br/o-que-faz-um-diretor-de-cinema/"><i><span style="font-weight: 400">Direção</span></i></a><span style="font-weight: 400"> realizada por André e Andy (que também encarna um dos personagens) tem seu ponto alto com os atores que conseguem atuar da forma mais natural possível e entregar o fervor das cenas. </span></p>
<p><span style="font-weight: 400">  A edição e montagem feita pela Ieda Lagos é muito importante e logo no início escutamos recortes de notícias sobre os protestos foco da trama, tal como são anunciadas pelas emissoras conhecidas. Esses elementos já delimitam nos primeiros segundos, o peso e a direção que a narrativa irá tomar. Os inserts com as gravações da tela do whatsapp funcionam magistralmente.  </span></p>
<p><span style="font-weight: 400">  No mais, é um filme que trata de tema sério e instala reflexões pertinentes acerca do que ocorre em vários lados da sociedade.   </span></p>
<p>&nbsp;</p>
<p><span style="font-weight: 400">Segue o link para assistir ao filme, disponível no Youtube: </span></p>
<p><a href="https://www.youtube.com/watch?v=vHWOlFZj0Oo&amp;t=11s"><span style="font-weight: 400">https://www.youtube.com/watch?v=vHWOlFZj0Oo&amp;t=11s</span></a></p>
<p>&nbsp;</p>
<p style="text-align: right"><em><span style="font-weight: 400">Por</span></em></p>
<p style="text-align: right"><em><span style="font-weight: 400">Juliano Ferreira</span></em></p>
<p><span style="font-weight: 400">       </span></p>
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		<title>[Sessão Crítica] O Despertar da Redentora (1942) &#8211; Dir. Humberto Mauro</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Juliano Ferreira]]></dc:creator>
		<pubDate>Sat, 19 Sep 2020 19:00:46 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Filmes, Cinema & Séries]]></category>
		<category><![CDATA[História]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>O despertar     Curta-metragem realizado em 1942, foi concebido pelo Humberto Mauro que dispensa apresentações, simplesmente um ícone da gama cinematográfica brasileira, esse é o terceiro filme de sua autoria que tenho o prazer de assistir e comentar.   O curta faz uma viagem no tempo contando uma história breve para justificar e esclarecer ao espectador [&#8230;]</p>
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]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<h2><span style="font-weight: 400">O despertar  </span></h2>
<p><span style="font-weight: 400">  Curta-metragem realizado em 1942, foi concebido pelo Humberto Mauro que dispensa apresentações, simplesmente um ícone da gama cinematográfica brasileira, esse é o terceiro filme de sua autoria que tenho o prazer de assistir e comentar.</span></p>
<p><span style="font-weight: 400">  O curta faz uma viagem no tempo contando uma história breve para justificar e esclarecer ao espectador o motivo da princesa Isabel assinar a carta da Lei Áurea. Humberto usufrui de seus recursos padrões, a começar pela câmera que a todo momento sinaliza o ponto interessante na sequência da trama, a ambientação e decoração dos locais são mostrados com o intuito de “martelar” a situação transmitida. </span></p>
<p><span style="font-weight: 400">  No início tem a narração que temporiza a época da história e em seguida os personagens nos guiam com ações. A montagem casa como sempre nos filmes desse cineasta, fica fácil adquirir empatia com o objeto em cena.</span></p>
<p><span style="font-weight: 400">  Apesar de saber os significados da Lei Áurea para a construção nacional, é interessante absorver obras que contam seu contexto, porque se você puxa isso para um âmbito de cultura como é o cinema, por exemplo, a população consegue acesso às informações de forma mais optativa. </span></p>
<p><span style="font-weight: 400">  O diretor tomou cuidado ao construir as personagens e ambientá-los. O engraçado é que a princesa Isabel é retratado de forma muito ingênua e essa característica Humberto Mauro tem facilidade de trabalhar, principalmente em figuras femininas. </span></p>
<p><span style="font-weight: 400">  A relação da protagonista com sua amiga é sempre de brincadeira e inocência infantil, até que elas encontram uma escrava passando fome e com medo, Isabel vê seu sofrimento e percebe que o Brasil colonial não é como no Palácio Real, o mundo afora apresenta desumanidade.</span></p>
<h2></h2>
<h2><span style="font-weight: 400">A Redentora </span></h2>
<p><span style="font-weight: 400">  “O Despertar da Redentora” traz reflexões sobre a escravidão, no final temos imagens dos escravos felizes sendo libertados, mas se estudarmos a fundo, veremos que após as libertações, os mesmo ficaram sem opções para uma vida digna, pois saíram sem nada. Isso não é uma crítica, apenas uma observação, pois acho que o objetivo do filme era ilustrar o contexto da Lei Áurea e não o que sucedeu. </span></p>
<p><span style="font-weight: 400">  Gostei e indico. Mais um filme extremamente didático que com 18 minutos passa um assunto que a pessoa demoraria horas para entender. Fotografia genial, roteiro na medida e trilha sonora nos conformes.     </span></p>
<p>&nbsp;</p>
<p style="text-align: right"><em>Por</em></p>
<p style="text-align: right"><em>Juliano Ferreira</em></p>
<p>O post <a href="https://www.tecnoveste.com.br/sessao-critica-o-despertar-da-redentora-dir-humberto-mauro/">[Sessão Crítica] O Despertar da Redentora (1942) &#8211; Dir. Humberto Mauro</a> apareceu primeiro em <a href="https://www.tecnoveste.com.br">Tecnoveste</a>.</p>
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		<title>Premiere: Ladytron – curta metragem “Torre de Vidro” do diretor Manuel Nogueira</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Suzanne Flagge]]></dc:creator>
		<pubDate>Thu, 09 Apr 2020 10:13:05 +0000</pubDate>
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					<description><![CDATA[<p>Foi lançado esta semana junto o filme de curta metragem do diretor Manuel Nogueira, ilustrando a música “Tower of Glass” da banda Ladytron. Com imagens feitas em Lajedo de Pai Mateus, em Cabaceiras na Paraíba, o filme de Nogueira explora as tensões e as contradições do que significa o tempo e estar vivo nos dias de hoje. A Ladytron &#8211; cujo [&#8230;]</p>
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										<content:encoded><![CDATA[<p>Foi lançado esta semana junto o filme de curta metragem do diretor <a href="https://www.manuelnogueira.com/" target="_blank" rel="noopener noreferrer">Manuel Nogueira</a>, ilustrando a música “Tower of Glass” da banda Ladytron. Com imagens feitas em Lajedo de Pai Mateus, em Cabaceiras na Paraíba, o filme de Nogueira explora as tensões e as contradições do que significa o tempo e estar vivo nos dias de hoje.</p>
<p>A <a href="http://www.ladytron.com/">Ladytron</a> &#8211; cujo nome é proveniente de uma músia da banda precursora o punk e do Synthpop já nos anos 1970, <a href="https://youtu.be/XCzhAeukF1A?t=82">Roxy Music</a> &#8211; nasceu em 1999 em Liverpool, Inglaterra como uma banda de banda electropop. A banda excursionou como banda de abertura da banda Cansei de Ser Sexy. Os integrantes da banda são a vocalista escocesa Helen Marnie, o chinês Reuben Wu, o inglês Daniel Hunt, e a búlgara Mira Arroyo.</p>
<p>A inspiração visual do diretor surgiu a partir discussões que teve com um dos integrantes da banda sobre a letra e a música. O tempo e a fragilidade do tempo são temáticas que perpassam a história contada na tela e imbricam o entendimento de cultura e cancelamento da cultura.</p>
<p>Neste compromisso com o irracional, Manuel define que o &#8220;o tempo é comprimido entre a nossa resistência à mudança e a nossa urgência pelo futuro, perdendo o sentido do futuro e do passado, onde não mais existe tempo&#8221;. Segundo o diretor e roteirista, a falta de tempo que a rotina nos impõe nos impede parar e pensar sobre coisas importantes como o amor, humanidade, felicidade, luto. Ainda afirma que:</p>
<blockquote><p>A única possibilidade de redenção é aceitar a beleza e a fragilidade da verdade e aprender a viver e amar o momento.</p></blockquote>
<p>&nbsp;</p>
<p><iframe title="Ladytron -Tower Of Glass - Short Film - Directed by Manuel Nogueira" width="500" height="281" src="https://www.youtube.com/embed/oToBRHdePWg?feature=oembed" frameborder="0" allow="accelerometer; autoplay; clipboard-write; encrypted-media; gyroscope; picture-in-picture; web-share" referrerpolicy="strict-origin-when-cross-origin" allowfullscreen></iframe></p>
<p>&nbsp;</p>
<h2>Confira a Discografia Completa da banda LadyTron</h2>
<h3>Álbuns de estúdio e trilhas sonoras</h3>
<p>604 (2001)<br />
Light &amp; Magic (2002)<br />
Witching Hour (2005)<br />
Velocifero (2008)<br />
Gravity The Seducer (2011)<br />
Ladytron (2018)</p>
<h3>EP e compilações</h3>
<p>Miss Black and Her Friends (1999), Apenas Japão<br />
Mu-Tron EP (2000)<br />
Softcore Jukebox (2003)<br />
Extended Play (2006)<br />
Live at London Astoria 16.07.08 (2009), Ao-vivo<br />
Best of 00-10 (2011)</p>
<h3>Singles</h3>
<p>&#8220;He Took Her to a Movie&#8221; (1999)<br />
&#8220;Playgirl&#8221; (2000)<br />
&#8220;Commodore Rock&#8221; (2000)<br />
&#8220;The Way That I Found You&#8221; (2001)<br />
&#8220;Seventeen&#8221; (2002)<br />
&#8220;Blue Jeans&#8221; (2003)<br />
&#8220;Evil&#8221; (2003)<br />
&#8220;Sugar&#8221; (2005)<br />
&#8220;Destroy Everything You Touch&#8221; (2005)<br />
&#8220;Ghosts&#8221; (2008)<br />
&#8220;Runaway&#8221; (2008)<br />
&#8220;Tomorrow&#8221; (2009)<br />
&#8220;Ace of Hz&#8221; (2010)<br />
&#8220;White Elephant&#8221; (2011)<br />
&#8220;Mirage&#8221; (2011)<br />
&#8220;The Animals&#8221; (2018)<br />
&#8220;Far From Home&#8221; (2018)</p>
<p><a href="https://i0.wp.com/www.tecnoveste.com.br/wp-content/uploads/2020/04/albuns-da-banda-Ladytron.png?ssl=1"><img data-recalc-dims="1" fetchpriority="high" decoding="async" class="aligncenter wp-image-18461 size-large" src="https://i0.wp.com/www.tecnoveste.com.br/wp-content/uploads/2020/04/albuns-da-banda-Ladytron.png?resize=1024%2C512&#038;ssl=1" alt="" width="1024" height="512" srcset="https://i0.wp.com/www.tecnoveste.com.br/wp-content/uploads/2020/04/albuns-da-banda-Ladytron.png?resize=1024%2C512&amp;ssl=1 1024w, https://i0.wp.com/www.tecnoveste.com.br/wp-content/uploads/2020/04/albuns-da-banda-Ladytron.png?resize=300%2C150&amp;ssl=1 300w, https://i0.wp.com/www.tecnoveste.com.br/wp-content/uploads/2020/04/albuns-da-banda-Ladytron.png?resize=768%2C384&amp;ssl=1 768w, https://i0.wp.com/www.tecnoveste.com.br/wp-content/uploads/2020/04/albuns-da-banda-Ladytron.png?w=1177&amp;ssl=1 1177w" sizes="(max-width: 1000px) 100vw, 1000px" /></a></p>
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