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	<title>Arquivos Legado | Tecnoveste</title>
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	<title>Arquivos Legado | Tecnoveste</title>
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		<title>O Batman de Christopher Nolan (2005) e a revolução nos filmes de heróis</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Juliano Ferreira]]></dc:creator>
		<pubDate>Sat, 07 Nov 2020 19:00:13 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Filmes, Cinema & Séries]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>“Não é o que eu sou por dentro e sim, o que eu faço que me define” &#8211; Bruce Wayne &#8211; &#160;   Após inúmeras adaptações para o cinema, o morcegão ganhou a versão de Nolan, que por sinal foi muito bem recebida devido às suas características marcantes. Aqui vamos falar sobre o legado deixado por [&#8230;]</p>
<p>O post <a href="https://www.tecnoveste.com.br/o-batman-de-christopher-nolan-2005-e-a-revolucao-nos-filmes-de-herois/">O Batman de Christopher Nolan (2005) e a revolução nos filmes de heróis</a> apareceu primeiro em <a href="https://www.tecnoveste.com.br">Tecnoveste</a>.</p>
]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p style="text-align: right"><em><span style="font-weight: 400">“Não é o que eu sou por dentro e sim, o que eu faço que me define” </span></em></p>
<p style="text-align: right"><em><span style="font-weight: 400">&#8211; Bruce Wayne &#8211;</span></em></p>
<p>&nbsp;</p>
<p><span style="font-weight: 400">  Após inúmeras adaptações para o cinema, o morcegão ganhou a versão de <a href="https://www.google.com/search?rlz=1C1GCEA_enBR846BR846&amp;sxsrf=ALeKk03KwM0ZqN5uj8pVIL9wGHDpLXe1hQ%3A1604768519181&amp;ei=B9OmX6XSCoGP0AbimYPYBw&amp;q=Christopher+nolan&amp;oq=Christopher+nolan&amp;gs_lcp=CgZwc3ktYWIQAzIICC4QsQMQkwIyAggAMgIILjIFCC4QsQMyAggAMgIIADICCAAyAggAMgIIADICCAA6BwguECcQkwI6BAgAEEM6BwgAELEDEEM6BwguELEDEENQjBFYjRhgnRpoAHAAeACAAaUBiAHYB5IBAzAuN5gBAKABAaoBB2d3cy13aXrAAQE&amp;sclient=psy-ab&amp;ved=0ahUKEwjl8aDM9PDsAhWBB9QKHeLMAHsQ4dUDCA0&amp;uact=5"><em>Nolan</em></a>, que por sinal foi muito bem recebida devido às suas características marcantes. Aqui vamos falar sobre o legado deixado por essa produção ao futuro da Sétima Arte.</span></p>
<p>&nbsp;</p>
<h2><span style="font-weight: 400">Construindo o Wayne</span></h2>
<p><span style="font-weight: 400">  Pelo pouco do que você tenha lido ou assistido sobre o personagem, deve ter notado que as histórias sobre o assassinato envolvendo os pais do mesmo, acabaram determinando seu destino para se tornar o Batman. No cinema esse acontecimento já havia sido noticiado pela versão do Batman (1989) de Tim Burton, com o Coringa sendo o assassino para criar um contexto mais dramático.</span></p>
<p><span style="font-weight: 400">  Em <a href="https://www.google.com/search?q=Batman+begins&amp;rlz=1C1GCEA_enBR846BR846&amp;oq=Batman+begins&amp;aqs=chrome..69i57.3662j0j9&amp;sourceid=chrome&amp;ie=UTF-8"><em>Batman Begins (2005)</em></a>, <em>Bruce</em> se sente culpado pela morte dos pais, vivendo um misto de impotência e raiva que o domina pela infância, adolescência e início de vida adulta. Sua amiga <em>Rachel</em> (futuro colóquio amoroso) se preocupa com a sede de ódio que o domina e isso faz com que ela o repreenda. O rapaz, percebendo um egoísmo excessivo de sua parte e vendo a podridão existente no submundo de <em>Gotham</em> (sua cidade) decide partir em uma jornada com o objetivo de sair da sua bolha e entender qual a verdadeira face do mundo ao qual pertence e conhecer o seu verdadeiro “eu”, trabalhando a força do nome de sua família.</span></p>
<p><span style="font-weight: 400">  Essa viagem é interessante do ponto de vista narrativo, pois temos nos primeiros minutos do filme, a existência de uma mini “<a href="https://www.tecnoveste.com.br/o-que-e-a-jornada-do-heroi/"><em>Jornada do Herói</em></a>”, ou melhor, “Jornada do Bruce” que prepara o terreno para quase na metade do longa, entrarmos na “Jornada do Batman”. Quando se coloca as duas caminhadas em ação, os ideais do personagem se tornam bem críveis e com isso, a história vai para um patamar muito forte de interação com o espectador.</span></p>
<p><span style="font-weight: 400">  O objetivo do <a href="https://www.tecnoveste.com.br/o-que-faz-um-diretor-de-cinema/"><em>Diretor</em></a> em criar um herói mais humano fica evidente quando somos apresentados aos títulos da trilogia, pois “</span><i><span style="font-weight: 400">Batman &#8211; O início”</span></i><span style="font-weight: 400"> nos força a entender que veremos um movimento a partir de uma origem, e não estamos falando de uma introdução em cinco minutos para rapidamente ir à pancadaria. <em>Nolan</em> percebe a necessidade de formar o caráter do Bruce Wayne antes de se direcionar a justiça presente em Batman.</span></p>
<p>&nbsp;</p>
<h2><span style="font-weight: 400">Eu sou o Batman</span></h2>
<p><span style="font-weight: 400">  Fundado o território Wayne em <em>Batman Begins</em>, vamos para mais duas sequências que marcaram o cinema, com sucesso de críticas e bilheteria. Agora o herói carrega a alcunha de </span><i><span style="font-weight: 400">“Cavaleiro das Trevas”.</span></i></p>
<p><i><span style="font-weight: 400">  </span></i><span style="font-weight: 400"><a href="https://www.google.com/search?q=rhas+al+ghul&amp;rlz=1C1GCEA_enBR846BR846&amp;oq=rhas+al+ghul&amp;aqs=chrome..69i57.6237j0j1&amp;sourceid=chrome&amp;ie=UTF-8"><em>Ra’s Al Ghul</em></a> chegou para mostrar que um bom herói não se faz sem um ótimo vilão. Como líder da </span><i><span style="font-weight: 400">“Liga das Sombras”</span></i><span style="font-weight: 400">, foi o responsável por fazer Bruce enxergar que a justiça nem sempre é justa, mas é o jeito correto para lutar contra o mau. </span></p>
<p><span style="font-weight: 400">  Após essa lição, <em>Wayne</em> viu o poder que tinha em mãos para combater o crime escancarado em Gotham. Muitos se viram calados e com medo, mas sentiram a presença de um símbolo que bate de frente com as irregularidades. Agora eles têm um protetor.</span></p>
<p><span style="font-weight: 400">  No segundo filme da saga, Batman divide os holofotes com o que talvez seja seu maior algoz, </span><a href="https://www.tecnoveste.com.br/elogio-a-loucura-reflexoes-sobre-a-loucura-e-a-ficcao/"><i><span style="font-weight: 400">Coringa</span></i></a><span style="font-weight: 400">! Não sabemos sua origem, mas instaurar o caos anárquico é a sua maior qualidade. Ao mesmo tempo em que o palhaço aparece, <a href="https://www.google.com/search?q=Harvey+Dent&amp;rlz=1C1GCEA_enBR846BR846&amp;oq=Harvey+Dent&amp;aqs=chrome..69i57.3454j0j9&amp;sourceid=chrome&amp;ie=UTF-8"><em>Harvey Dent</em></a> (futuro Duas Caras) arca com o mundo político para limpar a criminalidade da cidade, infelizmente falhando em seu trabalho e se tornando o que combatia.</span></p>
<p><span style="font-weight: 400">  Batman vê a potência do Coringa em puxar mentes boas ao seu planejamento e usa todos os seus artifícios para pará-lo, consegue, mas depois de um enorme estrago feito, inclusive perdendo sua amada, Rachel. Além de sua perda, foi obrigado a ver sua cidade o taxar como antagonista e isso foi o suficiente para deixar seu manto guardado por um longo tempo. </span></p>
<p><span style="font-weight: 400">  O longa-metragem derradeiro dessa trilogia se trata do renascimento pessoal de Bruce, pois perdeu mais uma das mulheres de sua vida e Gotham necessita o retorno do morcego, já que integrantes da </span><i><span style="font-weight: 400">“Liga das Sombras” </span></i><span style="font-weight: 400">(<a href="https://www.google.com/search?q=Talia+Al+Ghul&amp;rlz=1C1GCEA_enBR846BR846&amp;oq=Talia+Al+Ghul&amp;aqs=chrome..69i57.5582j0j9&amp;sourceid=chrome&amp;ie=UTF-8"><em>Talia Al Ghul</em></a> e <a href="https://www.google.com/search?q=Bane&amp;rlz=1C1GCEA_enBR846BR846&amp;oq=Bane&amp;aqs=chrome..69i57.710j0j9&amp;sourceid=chrome&amp;ie=UTF-8"><em>Bane</em></a>) aparecem como grande ameaça.</span></p>
<p><span style="font-weight: 400">  O ressurgimento do Batman é um tanto quanto conturbado, pelos fatores listados acima com o adicional de todos acreditarem ser ele o culpado pela morte do Harvey (o incorruptível na cabeça do povo). Recebendo apoio de velhos amigos (<a href="https://www.google.com/search?q=lucius+fox&amp;rlz=1C1GCEA_enBR846BR846&amp;oq=lucius+fox&amp;aqs=chrome..69i57.3422j0j9&amp;sourceid=chrome&amp;ie=UTF-8"><em>Lucius Fox</em></a>, <a href="https://www.google.com/search?q=Jim+gordon&amp;rlz=1C1GCEA_enBR846BR846&amp;oq=Jim+gordon&amp;aqs=chrome..69i57.3670j0j9&amp;sourceid=chrome&amp;ie=UTF-8"><em>Jim Gordon</em></a> e <a href="https://www.google.com/search?rlz=1C1GCEA_enBR846BR846&amp;sxsrf=ALeKk0062drRY7tuyg3_kP03eWo0BxlOEQ%3A1604769204264&amp;ei=tNWmX5TaD4OG0AaJ4KLYBA&amp;q=alfred+pennyworth&amp;oq=Alfred+pe&amp;gs_lcp=CgZwc3ktYWIQAxgAMgIIADICCAAyAggAMgIIADICCAAyAggAMgIIADICCAAyAggAMgIIADoECAAQRzoECAAQQzoFCC4QsQM6BQgAELEDOgIILlCuIljFKGDIMWgAcAJ4AIABjAGIAZgDkgEDMC4zmAEAoAEBqgEHZ3dzLXdpesgBCMABAQ&amp;sclient=psy-ab"><em>Alfred</em></a>), do jovem policial <em>Robin</em> e da <a href="https://www.google.com/search?q=Selina+Kyle&amp;rlz=1C1GCEA_enBR846BR846&amp;oq=Selina+Kyle&amp;aqs=chrome..69i57.5406j0j9&amp;sourceid=chrome&amp;ie=UTF-8"><em>Selina Kyle</em></a> (Mulher-Gato), ele bate de frente com os inimigos e deixa a cidade segura. </span></p>
<p><span style="font-weight: 400">  Batman com sua identidade agora revelada aos mais próximos, percebe que suas ações deixaram a cidade segura por um tempo e que está na hora de aposentar a fantasia, pois entregou o que <a href="https://www.google.com/search?rlz=1C1GCEA_enBR846BR846&amp;sxsrf=ALeKk03JxcflmYJ5BViX7sdOb6xg_pynAA%3A1604769296677&amp;ei=ENamX9jaKJLA5OUPlJW-2Ac&amp;q=Gotham+cidadse&amp;oq=Gotham+cidadse&amp;gs_lcp=CgZwc3ktYWIQAzIECAAQDTIECAAQDTIICAAQCBANEB4yCAgAEAgQDRAeMggIABAIEA0QHjIICAAQCBANEB46BAgAEEc6BwgAELEDEEM6BAgAEEM6BQguELEDOgIIADoFCAAQsQM6AgguOgYIABAWEB46AggmUIshWLwrYN0saABwAngBgAGpAYgBigmSAQMwLjiYAQCgAQGqAQdnd3Mtd2l6yAEIwAEB&amp;sclient=psy-ab&amp;ved=0ahUKEwjYov--9_DsAhUSILkGHZSKD3sQ4dUDCA0&amp;uact=5"><em>Gotham</em></a> precisava naquele momento, esperança e paz. Além de deixar a população em tranquilidade, Bruce encontrou um novo amor em <em>Selina Kyle</em>, passou seu legado ao <em>Robin</em> e concluiu sua jornada pessoal.</span></p>
<p>&nbsp;</p>
<h2><span style="font-weight: 400">O legado da trilogia</span></h2>
<p><span style="font-weight: 400">  Depois de assistirmos as versões cartunescas do héroi no cinema, promovidas por </span><a href="https://www.google.com/search?q=Tim+BUrton&amp;rlz=1C1GCEA_enBR846BR846&amp;oq=Tim++BUrton&amp;aqs=chrome..69i57.4150j0j9&amp;sourceid=chrome&amp;ie=UTF-8"><i><span style="font-weight: 400">Tim Burton</span></i></a><span style="font-weight: 400"> e </span><a href="https://www.google.com/search?q=jOEL+Schumacher&amp;rlz=1C1GCEA_enBR846BR846&amp;oq=jOEL+Schumacher&amp;aqs=chrome..69i57.5350j0j9&amp;sourceid=chrome&amp;ie=UTF-8"><i><span style="font-weight: 400">Joel Schumacher</span></i></a><span style="font-weight: 400">, que óbviamente tem seu valor, </span><i><span style="font-weight: 400">Nolan</span></i><span style="font-weight: 400"> mostrou que trazer vários tipos de adaptações para uma mesma história base é algo sempre bem vindo.</span></p>
<p><span style="font-weight: 400">  A trilogia iniciada em 2005 com fim em 2012, teve tempo de qualidade para inserir uma abordagem diferente e que interessasse aos públicos alvo. Ela dialoga com muitas faixas etárias e a seleção de <em>Christopher</em> para ficar a frente do projeto, foi providencial, porque ele tem características autorais marcantes e há quem odeie seus métodos ou ame. Ele é o tipo de Diretor que gosta de tudo bem explicado, então além de mostrar com a câmera, também quer explicar com falas. </span></p>
<p><span style="font-weight: 400">  Essa abordagem para os filmes do Cavaleiro das Trevas foi extremamente importante, pois quando você tem a intenção de fazer o seu público variado entender uma situação dita como complexa, estabelecer a combinação de linguagens torna o processo lúdico.</span></p>
<p><span style="font-weight: 400">  Além da linguagem posta, o enredo presente (focando na construção humana antes do desenvolvimento do herói) serviu de carro chefe para muitas produções que vieram em sequência, como é o caso do filme </span><i><span style="font-weight: 400">“<a href="https://www.google.com/search?q=watchmen&amp;rlz=1C1GCEA_enBR846BR846&amp;oq=watchmen&amp;aqs=chrome..69i57.2534j0j9&amp;sourceid=chrome&amp;ie=UTF-8">Watchmen (2009)</a>”</span></i><span style="font-weight: 400">. </span></p>
<p><span style="font-weight: 400">  Até hoje, por muitos, é vista como uma das melhores trilogias de herói já feita.</span></p>
<p>&nbsp;</p>
<p style="text-align: right"><em><span style="font-weight: 400">Por</span></em></p>
<p style="text-align: right"><em><span style="font-weight: 400">Juliano Ferreira     </span></em></p>
<p><span style="font-weight: 400">     </span></p>
<p><span style="font-weight: 400">  </span></p>
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		<title>[Sessão Crítica] O Bandido da Luz Vermelha (1968) &#8211; Dir. Rogério Sganzerla</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Juliano Ferreira]]></dc:creator>
		<pubDate>Sat, 05 Sep 2020 19:00:18 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Filmes, Cinema & Séries]]></category>
		<category><![CDATA[História]]></category>
		<category><![CDATA[TV, Lives, Youtube e Vídeos]]></category>
		<category><![CDATA[1968]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>O bandido    Esse é um longa que tem a direção e roteiro feitos pelo Rogério Sganzerla, que na época do lançamento, tinha apenas 22 anos. Ele conseguiu viver do cinema ao longo da vida, mas seus outros títulos não tiveram tanta notoriedade quanto a do filme que irei escrever sobre.    Abusando e externando [&#8230;]</p>
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]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<h2><span style="font-weight: 400">O bandido</span></h2>
<p><span style="font-weight: 400">   Esse é um longa que tem a direção e roteiro feitos pelo Rogério Sganzerla, que na época do lançamento, tinha apenas 22 anos. Ele conseguiu viver do cinema ao longo da vida, mas seus outros títulos não tiveram tanta notoriedade quanto a do filme que irei escrever sobre.</span></p>
<p><span style="font-weight: 400">   Abusando e externando da cultura pop em tela, “O bandido da luz vermelha” é um filme de ficção baseado nos crimes cometidos pelo personagem-título. A trama em sua totalidade apresenta características que até então não percebi nos outros filmes nacionais da época, que assisti. Os enquadramentos e movimentos da câmera, apesar de não serem originais na composição, são bem colocados e dinamizam o fato em foco, recurso explorado a fundo no cinema Hollywoodiano, peguei essa referência logo de início com a perseguição de automóveis. </span></p>
<p><span style="font-weight: 400">   O protagonista “rouba” a cena com a atuação intensa de Paulo Villaça, você sente o peso dramático a ser transmitido e as cenas que envolvem a quebra da quarta parede são sensacionais. Os demais componentes do elenco cumprem seu papel de forma importante. A trilha sonora é repleta de canções que provavelmente o público da época estava familiarizado, pude reconhecer algumas e isso fez com que eu me aproximasse mais da proposta da obra. </span></p>
<p><span style="font-weight: 400">   O roteiro mescla elementos quanto à narrativa, segue a clássica, mas traz o rompimento da quarta parede, há sempre uma narração, seja de jornalista, seja do protagonista, tem o arco do herói, seus conflitos pessoais e profissionais são apresentados sem dificuldade de interpretação. Gostaria de parabenizar também a montagem com cortes milimétricos e encaixes estudados com otimismo.</span></p>
<h2></h2>
<h2><span style="font-weight: 400">O legado </span></h2>
<p><span style="font-weight: 400">    O filme realiza críticas fortes ao contexto da época, estamos falando de algo lançado em 1968, a ditadura estava ocorrendo desde 1964, temas como sexualismo, terrorismo, comunismo, guerras, pobreza, corrupção e movimento intelectual são discutidos e ao assisti-lo, a impressão é que enquanto leio uma crônica de jornal, estou escutando uma rádio-notícia. </span></p>
<p><span style="font-weight: 400">   “O bandido da luz vermelha” pode ser chamado de clássico nacional, devido ao processo em geral, não tive dificuldade em perceber os signos apontados. É um longa que tem linguagem forte voltada para uma esfera política e social de 1968, pode ser usado até por historiadores. Não fica devendo em nada do que propõe e prendeu a minha atenção.    </span></p>
<p>&nbsp;</p>
<p style="text-align: right"><em>Por</em></p>
<p style="text-align: right"><em>Juliano Ferreira</em></p>
<p>&nbsp;</p>
<p>O post <a href="https://www.tecnoveste.com.br/sessao-critica-o-bandido-da-luz-vermelha-dir-rogerio-sganzerla/">[Sessão Crítica] O Bandido da Luz Vermelha (1968) &#8211; Dir. Rogério Sganzerla</a> apareceu primeiro em <a href="https://www.tecnoveste.com.br">Tecnoveste</a>.</p>
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