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	<title>Arquivos Suspense | Tecnoveste</title>
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	<description>Notícias de tecnologia, ciência, empreendedorismo e cultura digital</description>
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	<title>Arquivos Suspense | Tecnoveste</title>
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		<title>À espreita do mal &#8211; Dir. Adam Randall [Sessão Crítica]</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Juliano Ferreira]]></dc:creator>
		<pubDate>Sun, 06 Jun 2021 19:00:49 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Miscelânea]]></category>
		<category><![CDATA[À espreita do mal]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>A junção entre uma família em ruínas, uma dupla policial e um criminoso em série, forma a receita que dá origem a &#8220;À espreita do mal”, produção da Netflix. &#160; Breve introdução na história Em uma pequena cidade, o desaparecimento de crianças se torna recorrente. Enquanto isso, uma família passa dificuldades de relacionamento, por algo [&#8230;]</p>
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										<content:encoded><![CDATA[<p><span style="font-weight: 400">A junção entre uma família em ruínas, uma dupla policial e um criminoso em série, forma a receita que dá origem a &#8220;À</span><i><span style="font-weight: 400"> espreita do mal</span></i><span style="font-weight: 400">”, produção da </span><a href="https://www.netflix.com/browse"><i><span style="font-weight: 400">Netflix</span></i></a><span style="font-weight: 400">.</span></p>
<p>&nbsp;</p>
<h2><span style="font-weight: 400">Breve introdução na história</span></h2>
<p><span style="font-weight: 400">Em uma pequena cidade, o desaparecimento de crianças se torna recorrente. Enquanto isso, uma família passa dificuldades de relacionamento, por algo ocorrido num passado não muito distante.</span></p>
<p><span style="font-weight: 400">Greg Harper (</span><a href="https://www.adorocinema.com/personalidades/personalidade-19805/"><i><span style="font-weight: 400">Jon Tenney</span></i></a><span style="font-weight: 400">), policial experiente que se depara com problemas familiares e é convocado para o caso que assola a cidade, onde crianças estão sumindo em grande escala, configurando assim, crime serial.</span></p>
<p><span style="font-weight: 400">Ao mesmo tempo, coisas estranhas acontecem na casa de Harper e sua família, composta por Jackie (</span><a href="https://www.adorocinema.com/personalidades/personalidade-2193/"><i><span style="font-weight: 400">Helen Hunt</span></i></a><span style="font-weight: 400">) e Connor (</span><a href="https://www.adorocinema.com/personalidades/personalidade-736728/"><i><span style="font-weight: 400">Judah Lewis</span></i></a><span style="font-weight: 400">), eles têm que descobrir o motivo, correndo riscos psicológicos e físicos.</span></p>
<p>&nbsp;</p>
<h2><span style="font-weight: 400">Suspense ou Terror?</span></h2>
<p><span style="font-weight: 400">À espreita do mal tem um grande problema de </span><a href="https://www.tecnoveste.com.br/o-que-faz-um-roteirista-de-cinema/"><i><span style="font-weight: 400">Roteiro</span></i></a><span style="font-weight: 400"> logo no início, quando não deixa claro seu objetivo de gênero. A ideia de abordar crimes em série é interessante, porque entra na dinâmica de filmes policiais, mas a produção fica trabalhando demasiadamente em técnicas típicas dos terrores clichês (</span><i><span style="font-weight: 400">Jumpscares</span></i><span style="font-weight: 400"> e trilha não diegética sem nada acontecendo), deixando o espectador confuso sobre a proposta, pelo menos até o início do segundo ato.</span></p>
<p>&nbsp;</p>
<h2><span style="font-weight: 400">Ritmo</span></h2>
<p><span style="font-weight: 400">O filme apresenta grandes irregularidades quanto ao enredo e o que é construído visualmente. Enquanto acompanhamos a trajetória da família principal no primeiro ato, eventos estranhos assolam sua casa, até aí tudo bem, isso é uma prática comum e funcional nos suspenses, mas quando acontecem de forma exagerada e no mesmo formato em cenas seguidas, sem a intenção de evoluir a narrativa, se torna desagradável.</span></p>
<p><span style="font-weight: 400">Depois da repetição excessiva no primeiro ato, temos os segundo e terceiro atos que deixam claros a experiência que o espectador terá até o fim do longa, já que são dadas explicações verbais pontuais. Alguns </span><i><span style="font-weight: 400">Plot Twists</span></i><span style="font-weight: 400"> são legais, mas poderiam ter mais profundidade quanto ao motivo de acontecerem, para não soar como escape gratuito.</span></p>
<p>&nbsp;</p>
<h2><span style="font-weight: 400">Roteiro e Produção</span></h2>
<p><span style="font-weight: 400">“</span><i><span style="font-weight: 400">À espreita do mal</span></i><span style="font-weight: 400">“ tem muitos problemas relacionados ao desenvolvimento de enredo e isso acaba custando caro para filmes de Suspense. Não há grandes atores/atrizes e os personagens não cativam a ponto de torcermos pelo seu bem ou mal. </span></p>
<p><span style="font-weight: 400">O segundo ato do longa-metragem chega a trazer uma esperança de engrenagem da produção, mas na reviravolta para o terceiro ato, tudo vai por água abaixo, quando conveniências passam a servir de muletas para o </span><i><span style="font-weight: 400">Roteiro</span></i><span style="font-weight: 400">. </span></p>
<p><span style="font-weight: 400">Durante o filme nos deparamos com um conceito interessante, denominado </span><i><span style="font-weight: 400">Phrogging </span></i><span style="font-weight: 400">(invasão de residências). </span><i><span style="font-weight: 400">Phrogging</span></i><span style="font-weight: 400"> é uma ação feita por criminosos que “pulam” de casa em casa no modo furtivo, se valendo de suas habilidades para praticar sequestros e roubar itens, a fim de obter ganhos sobre as vítimas. Essa ação é muito comum em lugares de subúrbio e condomínios.</span></p>
<p>&nbsp;</p>
<h2><span style="font-weight: 400">Vale a pena assistir?</span></h2>
<p><span style="font-weight: 400">Infelizmente este não é o filme que eu indicaria quando alguém quisesse algo de Suspense para assistir. Ele tem problemáticas que nos fazem perder o interesse pela história, logo nos minutos iniciais, quando ficam martelando na dinâmica frágil da repetição de elementos que mais pra frente, percebemos não serem conexos com a linha de raciocínio daquele universo.</span></p>
<p><span style="font-weight: 400">São poucas as situações que quebram expectativas, fator que deixa o suspense monótono e sem a sensação de perigo iminente. O último ponto de virada é decepcionante e a utilização de figurino sem sentido claro, frustra de vez a esperança alimentada no segundo ato. </span></p>
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		<title>O que Fuja tem em comum com a série The Act?</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Anna Carolina]]></dc:creator>
		<pubDate>Sat, 17 Apr 2021 00:02:42 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Filmes, Cinema & Séries]]></category>
		<category><![CDATA[Fuja]]></category>
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		<category><![CDATA[Suspense]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>Um filme de Ameesh Chaganty com Sarah Paulson, Kiera Allen, Pat Healy e Onalee Ames. Fuja chegou à Netflix Brasil no dia 2 de abril, e se mantém no top 10 desde a sua estreia. O longa acompanha uma adolescente que passou a vida toda reclusa com a sua mãe e agora descobriu um terrível [&#8230;]</p>
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										<content:encoded><![CDATA[<p>Um filme de Ameesh Chaganty com Sarah Paulson, Kiera Allen, Pat Healy e Onalee Ames. <strong><em>Fuja</em></strong> chegou à Netflix Brasil no dia 2 de abril, e se mantém no top 10 desde a sua estreia.</p>
<p>O longa acompanha uma adolescente que passou a vida toda reclusa com a sua mãe e agora descobriu um terrível segredo que foi mantido longe dela por anos. Mas será que o segredo é real ou apenas é apenas fruto da imaginação de uma pessoa que passou tantos anos isolada?</p>
<p>O suspense traz à tona diversas pautas importantes como, por exemplo, a representatividade ao ter em seu elenco uma personagem cadeirante. Segundo a revista Variety, essa é a segunda vez que Hollywood tem como protagonista uma pessoa com deficiência. A primeira foi em 1948, quando Susan Peters estrelou o <em>thriller &#8220;The Sign of Ram&#8221;. </em></p>
<p><a href="https://i0.wp.com/www.tecnoveste.com.br/wp-content/uploads/2021/04/kiera-allen.jpg?ssl=1"><img data-recalc-dims="1" fetchpriority="high" decoding="async" class="size-medium wp-image-23930 aligncenter" src="https://i0.wp.com/www.tecnoveste.com.br/wp-content/uploads/2021/04/kiera-allen.jpg?resize=300%2C175&#038;ssl=1" alt="" width="300" height="175" srcset="https://i0.wp.com/www.tecnoveste.com.br/wp-content/uploads/2021/04/kiera-allen.jpg?resize=300%2C175&amp;ssl=1 300w, https://i0.wp.com/www.tecnoveste.com.br/wp-content/uploads/2021/04/kiera-allen.jpg?resize=768%2C448&amp;ssl=1 768w, https://i0.wp.com/www.tecnoveste.com.br/wp-content/uploads/2021/04/kiera-allen.jpg?w=772&amp;ssl=1 772w" sizes="(max-width: 300px) 100vw, 300px" /></a></p>
<p>Se você assistiu a produção original Hulu, The Act ou conhece o famoso caso que inspirou a série, provavelmente você fez a ponte e conseguiu enxergar algumas semelhanças em Fuja como o grave problema que atinge as mães Diane e Dee Dee, um transtorno mental pouco conhecido chamado Síndrome de Münchausen por Precaução (MSP).</p>
<h3>O que é a Síndrome de Münchausen?</h3>
<p>É uma doença relativamente rara que acontece quando um cuidador finge ou causa os sintomas físicos ou mentais de um indivíduo saudável sob seus cuidados, geralmente uma criança, para ganhar simpatia e atenção especial.</p>
<h3><a href="https://i0.wp.com/www.tecnoveste.com.br/wp-content/uploads/2021/04/the-act.jpg?ssl=1"><img data-recalc-dims="1" decoding="async" class="size-medium wp-image-23931 aligncenter" src="https://i0.wp.com/www.tecnoveste.com.br/wp-content/uploads/2021/04/the-act.jpg?resize=300%2C157&#038;ssl=1" alt="" width="300" height="157" srcset="https://i0.wp.com/www.tecnoveste.com.br/wp-content/uploads/2021/04/the-act.jpg?resize=300%2C157&amp;ssl=1 300w, https://i0.wp.com/www.tecnoveste.com.br/wp-content/uploads/2021/04/the-act.jpg?resize=1024%2C535&amp;ssl=1 1024w, https://i0.wp.com/www.tecnoveste.com.br/wp-content/uploads/2021/04/the-act.jpg?resize=768%2C401&amp;ssl=1 768w, https://i0.wp.com/www.tecnoveste.com.br/wp-content/uploads/2021/04/the-act.jpg?w=1200&amp;ssl=1 1200w" sizes="(max-width: 300px) 100vw, 300px" /></a></h3>
<h3>As semelhanças entre The Act e Fuja</h3>
<p>Tanto no filme quanto na série, as filhas vão ficando cada vez mais cientes dos graves problemas que sofrem. Enquanto Dee Dee parece mais desequilibrada, Diane não dá tantos sinais de sua síndrome. Neste sentido, a relação de Dee Dee e Gypsy parecia<em> </em>estranha.</p>
<p>Basta procurar fotos e vídeos das duas na internet e constatar o óbvio: algo <em>muito </em>estranho acontecia por ali. Já em <em>Fuja, </em>tanto Diane quanto Chloe parecem mentalmente saudáveis. Desta forma, Chloe é lúcida e inteligente, além de não parecer infantilizada e tão fragilizada quanto Gypsy, o que torna tudo ainda mais complexo e difícil de ser percebido.</p>
<p><a href="https://i0.wp.com/www.tecnoveste.com.br/wp-content/uploads/2021/04/The-Act-e-Fuja.jpg?ssl=1"><img data-recalc-dims="1" decoding="async" class="size-medium wp-image-23932 aligncenter" src="https://i0.wp.com/www.tecnoveste.com.br/wp-content/uploads/2021/04/The-Act-e-Fuja.jpg?resize=300%2C175&#038;ssl=1" alt="" width="300" height="175" srcset="https://i0.wp.com/www.tecnoveste.com.br/wp-content/uploads/2021/04/The-Act-e-Fuja.jpg?resize=300%2C175&amp;ssl=1 300w, https://i0.wp.com/www.tecnoveste.com.br/wp-content/uploads/2021/04/The-Act-e-Fuja.jpg?resize=768%2C448&amp;ssl=1 768w, https://i0.wp.com/www.tecnoveste.com.br/wp-content/uploads/2021/04/The-Act-e-Fuja.jpg?w=772&amp;ssl=1 772w" sizes="(max-width: 300px) 100vw, 300px" /></a></p>
<p>Além de <em>&#8220;Fuja&#8221; </em>e<em> &#8220;The Act&#8221;, </em>existem outras produções que retratam a síndrome nos cinemas e na TV. A<strong> Tecnoveste </strong>separou uma lista com alguns outros nomes:</p>
<h4><em>The Politician </em></h4>
<p>Em The Politician, Jessica Lange interpreta Dusty Jackson, a avó de Infinity (Zoey Deutch), que é a companheira de chapa Payton Hobart durante a eleição da escola. Infinity sofre de uma doença misteriosa e tem um passado ainda mais misterioso, de acordo com a Entertainment Weekly.</p>
<p>É bastante claro que Dusty está se aproveitando da doença de sua neta, usando-a para entrar no Olive Garden de todos os lugares.</p>
<p><a href="https://i0.wp.com/www.tecnoveste.com.br/wp-content/uploads/2021/04/the_politician_.jpg?ssl=1"><img data-recalc-dims="1" loading="lazy" decoding="async" class="size-medium wp-image-23935 aligncenter" src="https://i0.wp.com/www.tecnoveste.com.br/wp-content/uploads/2021/04/the_politician_.jpg?resize=300%2C169&#038;ssl=1" alt="" width="300" height="169" srcset="https://i0.wp.com/www.tecnoveste.com.br/wp-content/uploads/2021/04/the_politician_.jpg?resize=300%2C169&amp;ssl=1 300w, https://i0.wp.com/www.tecnoveste.com.br/wp-content/uploads/2021/04/the_politician_.jpg?resize=768%2C433&amp;ssl=1 768w, https://i0.wp.com/www.tecnoveste.com.br/wp-content/uploads/2021/04/the_politician_.jpg?w=928&amp;ssl=1 928w" sizes="(max-width: 300px) 100vw, 300px" /></a></p>
<p><em><strong>It &#8211; A Coisa</strong></em></p>
<p>Pennywise (Bill Skarsgård) pode ser o principal antagonista de It &#8211; A Coisa, mas Eddie (Jack Dylan Grazer) também é uma vítima da Síndrome de Munchausen de sua mãe. Na adaptação cinematográfica do romance de Stephen King, a mãe de Eddie diz a ele que ele tem várias doenças, forçando-o a tomar comprimidos que acabam sendo placebos.</p>
<p><a href="https://i0.wp.com/www.tecnoveste.com.br/wp-content/uploads/2021/04/it-acoisa.jpg?ssl=1"><img data-recalc-dims="1" loading="lazy" decoding="async" class="size-medium wp-image-23934 aligncenter" src="https://i0.wp.com/www.tecnoveste.com.br/wp-content/uploads/2021/04/it-acoisa.jpg?resize=300%2C219&#038;ssl=1" alt="" width="300" height="219" srcset="https://i0.wp.com/www.tecnoveste.com.br/wp-content/uploads/2021/04/it-acoisa.jpg?resize=300%2C219&amp;ssl=1 300w, https://i0.wp.com/www.tecnoveste.com.br/wp-content/uploads/2021/04/it-acoisa.jpg?resize=278%2C202&amp;ssl=1 278w, https://i0.wp.com/www.tecnoveste.com.br/wp-content/uploads/2021/04/it-acoisa.jpg?w=734&amp;ssl=1 734w" sizes="(max-width: 300px) 100vw, 300px" /></a></p>
<p><strong><em>O Sexto Sentido</em></strong></p>
<p>Um clássico filme de terror dos anos 90, O Sexto Sentido retrata um dos primeiros exemplos da síndrome de Munchausen por procuração na cultura pop. Fica implícito que Sra. Collins (Angelica Page) tem o problema, envenenando seus filhos, principalmente a garota fantasma Kyra (Mischa Barton), para chamar a atenção.</p>
<p><a href="https://i0.wp.com/www.tecnoveste.com.br/wp-content/uploads/2021/04/o-sexto-sentido.jpg?ssl=1"><img data-recalc-dims="1" loading="lazy" decoding="async" class="size-medium wp-image-23933 aligncenter" src="https://i0.wp.com/www.tecnoveste.com.br/wp-content/uploads/2021/04/o-sexto-sentido.jpg?resize=300%2C128&#038;ssl=1" alt="" width="300" height="128" srcset="https://i0.wp.com/www.tecnoveste.com.br/wp-content/uploads/2021/04/o-sexto-sentido.jpg?resize=300%2C128&amp;ssl=1 300w, https://i0.wp.com/www.tecnoveste.com.br/wp-content/uploads/2021/04/o-sexto-sentido.jpg?w=512&amp;ssl=1 512w" sizes="(max-width: 300px) 100vw, 300px" /></a></p>
<p>&nbsp;</p>
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		<title>O Recepcionista &#8211; Dir. Michael Cristofer [Sessão Crítica]</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Juliano Ferreira]]></dc:creator>
		<pubDate>Sun, 21 Mar 2021 19:00:29 +0000</pubDate>
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					<description><![CDATA[<p>O Recepcionista é mais um dos filmes da Netflix que é considerado um híbrido, envolvendo um combo de gêneros. Seu lançamento traz questões sobre temas diversos e vamos abordar seus pontos aqui. &#160; Um pouco da história Bart, recepcionista em um pequeno hotel, trabalha em horário fixo sem muita movimentação comercial, o que torna sua [&#8230;]</p>
<p>O post <a href="https://www.tecnoveste.com.br/o-recepcionista-dir-michael-cristofer-sessao-critica/">O Recepcionista &#8211; Dir. Michael Cristofer [Sessão Crítica]</a> apareceu primeiro em <a href="https://www.tecnoveste.com.br">Tecnoveste</a>.</p>
]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p><span style="font-weight: 400">O Recepcionista é mais um dos filmes da </span><a href="https://www.netflix.com/br/"><i><span style="font-weight: 400">Netflix</span></i></a><span style="font-weight: 400"> que é considerado um híbrido, envolvendo um combo de gêneros. Seu lançamento traz questões sobre temas diversos e vamos abordar seus pontos aqui.</span></p>
<p>&nbsp;</p>
<h2><span style="font-weight: 400">Um pouco da história</span></h2>
<p><i><span style="font-weight: 400">Bart</span></i><span style="font-weight: 400">, recepcionista em um pequeno hotel, trabalha em horário fixo sem muita movimentação comercial, o que torna sua rotina tranquila para quem apresenta condições de interação social diferentes. </span></p>
<p><span style="font-weight: 400">Após trocar de turno com um colega de trabalho, um crime acontece no hotel e </span><i><span style="font-weight: 400">Bart</span></i><span style="font-weight: 400"> se vê no meio de uma investigação, carregando consigo algo que pode solucionar o crime.</span></p>
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<h2><span style="font-weight: 400">O protagonista</span></h2>
<p><span style="font-weight: 400">É importante falarmos sobre a condição do personagem principal, pois é o que vai ditar sua relação com os demais. </span></p>
<p><span style="font-weight: 400">Bart, como é citado durante o longa-metragem, é contemplante da </span><i><span style="font-weight: 400">Síndrome de Asperger</span></i><span style="font-weight: 400">, Transtorno de Neurodesenvolvimento. Esse transtorno faz com que a pessoa perceba o mundo e outros indivíduos de forma diferente, ressalto que não é uma doença, por tanto, não há cura. Os que carregam a condição, costumam ter um nível de inteligência elevado, apresentando um pouco de dificuldade quanto à interpretação do que é dito e a linguagem proposta em determinadas situações.</span></p>
<p>&nbsp;</p>
<h2><span style="font-weight: 400">As referências</span></h2>
<p><span style="font-weight: 400">Durante o filme, nos deparamos com homenagens a outros títulos. O </span><a href="https://www.tecnoveste.com.br/o-que-faz-um-diretor-de-cinema/"><i><span style="font-weight: 400">Diretor</span></i></a><span style="font-weight: 400"> e </span><a href="https://www.tecnoveste.com.br/o-que-faz-um-roteirista-de-cinema/"><i><span style="font-weight: 400">Roteirista</span></i></a><span style="font-weight: 400">, </span><i><span style="font-weight: 400">Michael Cristofer</span></i><span style="font-weight: 400"> parece ter um grande apreço pelo Mestre do Suspense, Hitchcock, pois seu roteiro em boa parte, faz alusão ao Psicose e Janela Indiscreta. Percebemos tal movimento, quando o protagonista observa tudo o que acontece de câmeras espalhadas pelos espaços e claro, na hora de realizar a montagem da cena do crime.</span></p>
<p><span style="font-weight: 400">Ainda há outras obras que parecem ter emprestado um pouco de suas formas, como é o caso de </span><i><span style="font-weight: 400">Atividade Paranormal (2007)</span></i><span style="font-weight: 400"> (Câmeras espalhas, possibilitando vermos praticamente tudo o que acontece) e </span><i><span style="font-weight: 400">O Abutre (2014)</span></i><span style="font-weight: 400"> (O protagonista estando sempre no meio do caos).</span></p>
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<h2><span style="font-weight: 400">Roteiro híbrido</span></h2>
<p><span style="font-weight: 400">Atualmente, devido às mudanças no cenário cinematográfico, é bem comum assistir obras que mesclam gêneros. Alguns casamentos são mais utilizados como Comédia e Romance, Drama e Suspense, Ação e Comédia&#8230; e por aí vai. Acontece que nem toda combinação dá certo, por atrapalhar o andamento dos conflitos iniciados.</span></p>
<p><span style="font-weight: 400">Infelizmente a combinação entre Drama, Suspense e Romance não foi frutífera para “O Recepcionista&#8221;, que encontra dificuldades em seguir uma linha do Suspense que é interrompida pelo foco em excesso na condição social do protagonista e seu romance com Andrea.</span></p>
<p><span style="font-weight: 400">A iniciativa de abordar um tema como </span><i><span style="font-weight: 400">Síndrome de Asperger</span></i><span style="font-weight: 400"> é bom, porque é possível tocar mais pessoas sobre o assunto, já que estamos falando da </span><i><span style="font-weight: 400">Netflix</span></i><span style="font-weight: 400">, uma plataforma provida com milhões de usuários. Ter um protagonista nesta condição é interessante narrativamente falando, pois um recepcionista sempre está em contato com diversos tipos de pessoas e ilustrar as interações torna possível aparecer situações com boas dinâmicas.</span></p>
<p><span style="font-weight: 400">A questão é que o filme é vendido como um forte suspense e entrega Drama romântico com suspense que não desperta grandes curiosidades. Chega um ponto em que o Roteiro abandona o crime (Fato extremamente divulgado nas campanhas publicitárias) e foca na paixão de Bart e a sensação de perigo desaparece quase por completo.</span></p>
<p><i><span style="font-weight: 400">Michael</span></i><span style="font-weight: 400"> ainda tenta ressuscitar o suspense do caso, trazendo o policial investigador em alguns momentos, assim como a mãe do protagonista, mas não consegue recuperar o clima, tornando a mistura híbrida um fracasso. </span></p>
<p>&nbsp;</p>
<h2><span style="font-weight: 400">Vale a pena assistir?</span></h2>
<p><span style="font-weight: 400">Infelizmente há mais pontos negativos do que positivos. Apesar de no elenco ter a belíssima </span><a href="http://www.adorocinema.com/personalidades/personalidade-246148/"><i><span style="font-weight: 400">Ana de Armas</span></i></a><span style="font-weight: 400">, sua presença não foi suficiente para mascarar a falta de continuidade nos conflitos inaugurados. </span></p>
<p><span style="font-weight: 400">Começa bem, montando o suspense e quando entra no segundo ato, já não entendemos as funções dos personagens, suas motivações e o pior, o vilão literalmente deixa de existir. </span><i><span style="font-weight: 400">Bart</span></i><span style="font-weight: 400"> não enfrenta situações de provação, que comprovem a evolução do personagem ao fim do enredo. </span></p>
<p><span style="font-weight: 400">Confesso que “</span><i><span style="font-weight: 400">O Recepcionista</span></i><span style="font-weight: 400">” não está na minha lista prioritária de recomendações. </span></p>
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